Estúdio com preço de carro no Rio Comprido
O bairro do Rio Comprido recebe neste sábado, dia 25 de abril, o lançamento do Rebouças Residencial, retrofit da antiga sede da Fundação Roberto Marinho. O empreendimento marca a entrada oficial de Beny Chor no mercado imobiliário carioca por meio da empresa Newview Incorporações. Aos 30 anos, o empresário, filho de Rogério Chor, estreia com um portfólio focado em retrofit, apostando na revitalização de regiões com localização estratégica e ainda pouco exploradas pelo setor.
“O projeto tem atraído investidores de Portugal e do Japão. Já o estande de vendas, que conta com dois apartamentos decorados, tem recebido visitantes da própria região, interessados em comprar uma unidade para morar. Vale lembrar que o bairro não recebe novos residenciais há anos”, observa Chor. Segundo ele, entre os diferenciais estão a oferta de van exclusiva para o metrô e um ano de acesso ao sistema de monitoramento Gabriel, conectado diretamente à polícia.
Localizado na Rua Santa Alexandrina, 336, o Rebouças oferece 138 unidades entre estúdios, gardens e apartamentos de um e dois quartos, além de vista para o Cristo Redentor e proximidade com pontos estratégicos da cidade, como a Lagoa e o Maracanã.
“Os estúdios têm preços a partir de R$ 215 mil. É o valor de um carro zero no Rio. Além disso, as parcelas são a partir de R$ 600 e, durante a obra, os compradores pagarão somente 25% do imóvel. O restante poderá ser quitado quando a unidade for entregue ou financiada. Uma das possibilidades é usar o valor do aluguel para pagar a prestação”, explica Vitor Moura, sócio-presidente da Patrimóvel.
Sandro Morais, sócio e diretor-geral Comercial da Somma Rio, complementa que o Rebouças é um projeto que abraça três áreas de grande demanda residencial no Rio: está a passos da Tijuca, minutos da Zona Sul e é praticamente uma extensão do Centro do Rio. “Tudo isso somado a uma condição comercial acertada que permite mensais a partir de R$ 600, classifica o empreendimento em pilares claros de oportunidade, poupança forçada, investimento tradicional e moradia qualificada. Uma alternativa ímpar visto que a região é dominada por projetos mais antigos e com embalagem defasada”, comenta Morais.
De acordo com Chor, o condomínio foi concebido para atender tanto investidores quanto moradores, seguindo um modelo híbrido que vem ganhando força no mercado. O Valor Geral de Vendas (VGV) e de R$ 40 milhões. “Essa combinação entre moradia e investimento é uma tendência clara”, afirma o executivo. De acordo com Chor, o residencial terá segurança, lazer completo e conveniências: piscina, spa com sauna, academia, salões de festas e de jogos, espaços gourmet e coworking, lavanderia, lounge, bicicletário, jardim externo, playground, delivery center, minimercado e espaço pet. A obra será executada pela Kadima Construções e a previsão de entrega é para fevereiro de 2028.
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